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	<title>Dicas de informatica &#187; java</title>
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		<title>A língua das Interfaces, conheça aqui!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 06:01:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça as siglas e tecnologias mais recentes para criação de janelas e aplicativos WEB. BXML -&#62; Linguagem intermediária para desenvolvimento de interfaces para aplicações web. É formada por blocos denominados B-tags. O BXML inclui várias funções típicas de interface web, como suporte aos botões de avançar e voltar do browser, além de comunicação síncrona (para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conheça as siglas e tecnologias mais recentes para criação de janelas e aplicativos WEB</strong>.<br />
<span id="more-146"></span></p>
<p><strong>BXML</strong> -&gt; Linguagem intermediária para desenvolvimento de interfaces para aplicações web. É formada por blocos denominados <strong>B-tags</strong>. O BXML inclui várias funções típicas de interface web, como suporte aos botões de avançar e voltar do browser, além de comunicação síncrona (para desenvolvimento em <strong>Ajax</strong>). A linguagem foi desenvolvida pela empresa americana <strong>Backbase</strong>.</p>
<p><strong>CookSwing</strong> -&gt; Pacote para a linguagem Java, que permite o uso de XML para a definição da interface, a qual é montada durante a execução do programa. Uma das vantagens da interface definida em XML é a possibilidade de traduzir o programa sem modificar nenhuma das bibliotecas ou arquivos binários do software final.</p>
<p><strong>GladeXML</strong> -&gt; Formato usado pelo programa <strong>Glade Interface Designer</strong>, criado para a geração de interfaces para o gerenciador de desktop Gnome. Depois de definir visualmente a interface o resultado é gravado no formato GladeXML, como o arquivo sendo carregado pela biblioteca <strong>libglade</strong>, que monta a interface</p>
<p><strong>KaXUL</strong> -&gt; <strong>KDE Advanced XUL</strong>. Biblioteca para uso do XUL no gerenciador de desktops KDE, criado por Gerge Staikos. Permite a criação de aplicativos lendo arquivos em formato XUL e geranndo um resultado compatível com o Qt, o sistema de desenvolvimento de aplicativos usado no KDE.</p>
<p><strong>LZX </strong>-&gt; Linguagem de descrição da interface em XML usada na plataforma OpenLaszlo, iniciativa de código aberto para a construção de aplicativos web. As interfaces criadas com a linguagem LZX são geradas usando o <strong> OpenLaszlo Server</strong>, um servlet que compila o LZX para um executável na máquina virtual Java.</p>
<p><strong>MXML</strong> -&gt; Dialeto de XML usado para desenvolvimento de interfaces em aplicações web na plataforma <strong>Flex</strong>, da Adobe. Como outras linguagens, o MXML oferece suporte a recursos típicos da web, como suporte a botões do browser e grenciamento de cookies e informações do usuário.</p>
<p><strong>SVG</strong> -&gt; <strong>Scalable Vector Graphics</strong>. Além de ser usado para criação de desenhos vetorias, o padrão SVG também gera interfaces simples, com regiões clicáveis, suporte ao teclado e muito mais. Há até jogos desenvolvidos em SVG, como tetris.</p>
<p><strong>WasabiXML</strong> -&gt; Trata-se do dialeto de XML usado na descrição das skins do popular tocador de aúdio Winamp. O padrão é tão simples de ser usado que foi copiado por vários outros programas, que são compatíveis com as skins do Winamp, como o player de vídeo <strong>VLC Media Player</strong> e o próprio <strong>Windows Media Player da Microsoft</strong>, pode importar as skins.</p>
<p><strong>XAML</strong> -&gt; <strong>Extensible Application Markup Language</strong>. Linguagem utilizada para diversas funções, incluindo definição de interface nas plataformas <strong>.Net 3.0</strong> e o <strong>Windows Presentation Foundation</strong>, ambas da Microsoft. Os elementos da linguagem XAML podem relacionar-se diretamente com objetos Common Language Runtime, que é a base para linguagens .Net, facilitando o desenvolvimento da interface de forma distinta da programação.</p>
<p><strong>XUL</strong> -&gt; XML User Interface Language. Dialeto de XML desenvolvido pela <strong>Mozilla</strong> e utilizado em seus aplicativos em particular no browser <strong>Firefox</strong>. Sua principal vantagem é trazer umacoleção básica de elementos visuais, permitindo sua implementação fácil em sistemas operacionais e ambientes gráficos já estabelecidos.</p>
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		<title>Introdução ao MySQL</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 06:26:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O MySQL é um robusto Servidor de Banco de Dados, multiusuário, multitarefa que opera com a linguagem SQL (Structured Query Language), ou seja, linguagem de consulta estruturada. O SQL é uma linguagem simples, em que você pode facilmente gravar, alterar e recuperar informações em Web Site com segurança e rapidez. Ela foi desenvolvida pelo Departamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O MySQL é um robusto Servidor de Banco de Dados, multiusuário, multitarefa que opera com a linguagem SQL (<strong>Structured Query Language</strong>), ou seja, linguagem de consulta estruturada.<br />
<span id="more-144"></span><br />
O SQL é uma linguagem simples, em que você pode facilmente gravar, alterar e recuperar informações em Web Site com segurança e rapidez. Ela foi desenvolvida pelo <strong>Departamento de Pesquisas da IBM</strong> como forma de interface para o sistema de banco de dados relacionais <strong>SYSTEM R</strong>, no início da década de 70, em 1996 a American National Institute (<strong>ANSI</strong>) publicou um padrão SQL e assim essa linguagem se estabeleceu como uma linguagem padrão para acesso a banco de dados relacionais.</p>
<p>A linguagem SQL tem como grande virtude sua capacidade de gerenciar índices sem a necessidade de controle individualizado de índice corrente, algo muito comum nos sistemas gerenciadores de arquivos.</p>
<p><strong>Características do MYSQL</strong></p>
<p>A principal característica é o suporte a diferentes plataformas como o <strong>Win32</strong>, <strong>Linux</strong>, <strong>FreeBSD</strong>, <strong>Unix</strong> e outras, suporte às diversas linguagens como o <strong>PHP</strong>, <strong>Perl</strong>,<strong> C</strong>, <strong>C++</strong>, <strong>Java</strong>, <strong>Phyton</strong>, suporte a múltiplos processadores, sofisticado sistema de senhas criptografadas flexível e seguro, suporte a <strong>ODBC</strong>, onde você pode conectar facilmente um banco de dados Access a um banco de dados MySQL, suporte a até 16 índices por tabela, dentre outras características importantíssimas para o usuário.</p>
<p><strong>Instalação e Segurança no MYSQL</strong></p>
<p>Para instalar o MySQL para Windows é muito simples, basta que vc baixe o aplicativo<strong> <a href="http://info.abril.com.br/download/5033.shtml">http://info.abril.com.br/download/5033.shtml</a></strong>, de algum servidor da Web, sendo que o mesmo é gratuito, descompacte em uma pasta qualquer execute o instalador padrão que ele mesmo se encarregará de efetuar todas as alterações necessárias na sua máquina.</p>
<p>Quando você instalar o MySQL para Win32 pela primeira vez, ele por padrão, vem com dois usuários: um superusuário (<strong>root</strong>) e o outro padrão.</p>
<p>Depois da instalação ter sido feita e a máquina ter sido reinicializada o MySQL será executado como um serviço do Windows e sendo exibido na barra de tarefas como um &#8220;<strong>semáforo</strong>&#8220;.</p>
<p>O MySQL possui um avançado sistema de segurança, onde, ao se conectar a um MySQL  Server, normalmente é solicitada uma senha do usuário. Esta informação poderá ser lida no momento em que ela passar do cliente para o servidor.</p>
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		<title>Agora, uma aula de Javascript</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 18:07:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Linguagem Script Os scripts escritos com a linguagem Javascript, podem ser executados por navegadores (client-side scripts) ou por servidores (server-side scripts). Ou seja, ao contrário do HTML, a linguagem Javascript pode reconhecer e responder a eventos do usuário, como cliques do mouse, entradas em formulários e navegação entre páginas. Através do Javascript, você poderá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Linguagem Script</strong></p>
<p>Os scripts escritos com a linguagem Javascript, podem ser executados por navegadores (<strong>client-side scripts</strong>) ou por servidores (<strong>server-side scripts</strong>).<br />
<span id="more-143"></span><br />
Ou seja, ao contrário do <strong>HTML</strong>, a linguagem Javascript pode reconhecer e responder a eventos do usuário, como cliques do mouse, entradas em formulários e navegação entre páginas. Através do Javascript, você poderá, por exemplo validar a entrada de dados do usuário em um formulário, sem precisar acessar o servidor. A linguagem Javascript não é compilada e sim executada no <strong>Servidor Web</strong>.</p>
<p>Com Javascript você têm muitas possibilidades para &#8220;incrementar&#8221; seu documento HTML com elementos interessantes. Por exemplo: você será capaz de responder facilmente a eventos iniciados pelo usuário como, clique sobre um botão, abertura de uma janela e muitos outros. Alguns efeitos que são possíveis agora com Javascript, antes eram possíveis apenas com programação em <strong>CGI</strong> ou <strong>Pearl</strong>.</p>
<p><strong>De onde surgiu Javascript?</strong></p>
<p>A linguagem Javascript foi desenvolvida pela <strong>Netscape</strong> com o nome de <strong>Livescript</strong> introduzida em 1995 no navegador<strong> Navigator 2.0 </strong>da mesma empresa. Hoje existe uma implementação de Javascript feita pela <strong>Microsoft</strong> chamada <strong>Jscript</strong>, e existe uma versão, chamada <strong>ECMASCRIPT</strong>, da empresa (<strong>ECMA</strong>).</p>
<p>Além de oferecer recursos para dinamizar as páginas da Web do lado cliente, o Javascript pode ser usado para criar scripts no servidor, que conectem, por exemplo, as páginas a banco de dados como: <strong>Illustra</strong>, <strong>Informix</strong>, <strong>Microsoft</strong>, <strong>Oracle </strong>e <strong>Sysbase</strong>. A Netscape também oferece ferramentas que facilitam bastante essa tarefa, como o <strong>Netscape LIVEWIRE</strong>.</p>
<p><strong>Java e Javascript</strong></p>
<p>Apesar dos nomes bem parecidos, Java não é o mesmo que o principal uso de Java, é para criar miniaplicativos (<strong>APPLETS</strong>), pequenos programas que são transferidos pela internet e funcionam dentro de navegadores da Web. Para incorporar novos objetos e applets (pequenos aplicativos que rodam em uma páginas da internet), utilize a tag de HTML . Quando o navegador Web encontra a tag APPLET, ele transfere por <strong>download </strong>um miniaplicativo do Java do servidor e então o miniaplicativo é executado na área de tela especificada.</p>
<p>O Java Script pode ser usado por autores de páginas HTML para dinamicamente controlar o comportamento destes objetos, ou seja, como o Javascript você pode unir documentos HTML e APPLETS desenvolvidas em Java.</p>
<p>Java e script! Estas são duas técnicas diferentes de programação na internet. O Java é uma linguagem de programação repleta de recursos, desenvolvida e comercializada pela <strong>Sun Microsystems</strong>. Com o Java, um descendente das linguagens de programação <strong>C</strong> e <strong>C++</strong>, os programadores podem criar aplicações inteiras e controlar dispositivos eletrônicos domésticos.</p>
<p>Ao contrário do Java a linguagem Javascript suporta poucos tipos de dados e implementa alguns conceitos de orientação a objetos.</p>
<p><strong>Especificando uma Linguagem</strong></p>
<p>A linguagem Javascript pode ser embutida em um documento HTML em duas formas:</p>
<p>- <strong>Comandos e funções usando o tag SCRIPT;</strong></p>
<p>- <strong>Manipuladores de eventos usando tags HTML.</strong></p>
<p>Javascript é uma linguagem que permite injetar lógica em páginas escritas em HTML (<strong>Hipertext Mark-up Language</strong>). As páginas HTML podem ser escritas utilizando-se editores de texto, como o Notepad, Write, etc. Porém, existem editores próprios pra gerar HTML, tais como <strong>HOTDOG</strong> e (mais recomendado) <strong>Microsoft Front Page</strong>.</p>
<p>Os parágrafos de lógica do Javascript podem estar &#8220;<strong>soltos</strong>&#8221; ou &#8220;<strong>atrelados</strong>&#8221; a ocorrência de eventos. Os parágrafos soltos são executados na sequência em que aparecem na página (documento) e os atrelados a eventos são executados apenas quando o evento ocorre.</p>
<p>Para inserir parágrafos de programação dentro do HTML é necessário identificar o Inicio e o Fim da seguinte forma:</p>
<p><strong>&lt;</strong><strong>SCRIPT&gt;</strong><br />
Set de instruções<br />
<strong>&lt;/SCRIPT&gt;</strong></p>
<p>Este procedimento pode ser adotado em qualquer local da página. Entretanto, para melhor visualização e facilidade de manutenção, recomenda-se que toda lógica seja escrita no início do documento, através da criação de funções a serem invocadas quando se fizer necessário (normalmente atreladas a eventos).</p>
<p>Se a lógica é escrita a partir de um determinado evento, não é necessário o uso de comando <strong>&lt;SCRIPT&gt;</strong>e<strong>&lt;/SCRIPT&gt;</strong>.</p>
<p>Os comandos Javascript são sensíveis ao tipo de letra (maiúsculas e minúsculas) em sua sintaxe. Portanto é necessário que seja obedecida a forma de escrever os comandos, de acordo com a forma apresentada ao longo deste manual. Caso seja cometido algum erro de sintaxe quando da escrita de um comando, o JAVASCRIPT interpretará, o que seria um comando, como sendo o nome de uma variável.</p>
<p><strong>&lt;HTML&gt;</strong></p>
<p>&lt;HEAD&gt;&lt;TITLE&gt;Primeiros Comandos&lt;/TITLE&gt;&lt;/HEAD&gt;&lt;BODY&gt;</p>
<p><strong> &lt;SCRIPT LANGUAGE=&#8221;Javascript&#8221; TYPE=&#8221;TEXT/JAVASCRIPT&#8221;&gt;</strong></p>
<p>&lt;!&#8211;</p>
<p>Comandos Javascript..</p>
<p>//-&gt;</p>
<p><strong>&lt;/SCRIPT&gt;</strong></p>
<p>&lt;/BODY&gt;</p>
<p><strong>&lt;/HTML&gt;</strong></p>
<p>Em documentos HTML, a utilização da linguagem JAVASCRIPT se dá sob a forma de funções (applets), as quais sao chamadas em determinadas situações ou em resposta a determinados eventos. Estas funções podem estar localizadas em qualquer parte do código HTML, a única restriçãoé que deve começar com a declaração &lt;SCRIPT&gt; e terminar com o respectivo &lt;/SCRIPT&gt;. Por convenção, costuma-se colocar todas as funções no início do documento (entre as TAGS &lt;HEAD&gt; e &lt;/HEAD&gt;, isso para garantir qeu o código Javascript seja carregado antes que o usuário interaja com a Home Page ou seja, antes do &lt;BODY&gt;.</p>
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		<title>J2EE, a supermáquina</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 17:58:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tecnologia J2EE (Java 2 Enterprise Edition) tem pontos em comum com a .Net da Microsoft. Ambas fornecem arquitetura de componentes para a construção de sistemas distribuídos, oferecendo recursos similares para o desenvolvimento de aplicações para a internet e web services. Os componentes Enterprise JavaBeans permitem o acesso automático a objetos no banco de dados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia J2EE (<strong>Java 2 Enterprise Edition</strong>) tem pontos em comum com a <strong>.Net</strong> da Microsoft. Ambas fornecem arquitetura de componentes para a construção de sistemas distribuídos, oferecendo recursos similares para o desenvolvimento de aplicações para a internet e web services.<br />
<span id="more-141"></span><br />
Os componentes <strong>Enterprise JavaBeans</strong> permitem o acesso automático a objetos no banco de dados. A tecnologia utiliza o conceito de máquina virtual, no qual as linguagens de programação são compiladas num código intermediário, chamado <strong>bytecode</strong>.</p>
<p>A <strong>Máquina Virtual Java</strong> é utilizada para mapear uma mesma linguagem nas diversas plataformas. Essa característica permite que uma aplicação corporativa feita para o sistema operacional Windows possa rodar sem alterações em Unix ou até em mainframes. Para a integração como outros sistemas, o J2EE oferece suporte ao padrão <strong>Corba</strong> e a outras facilidades, como os <strong>Java Conectors</strong>.</p>
<p>Fonte: Revista InfoExame</p>
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		<title>JSP, a linguagem eclética</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:59:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A JSP (Java Server Page) é a alternativa de programação de sites dinâmicos eleborada pela Sun, criadora do Java. Como dá pra desconfiar, o conhecimento de Java é pré-requisito para o desenvolvimento em JSP, o que de cara afasta muita gente. A linguagem Java é robusta e tem funçõews extremamente mais complexas do que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A JSP (<strong>Java Server Page</strong>) é a alternativa de programação de sites dinâmicos eleborada pela <strong>Sun</strong>, criadora do Java. Como dá pra desconfiar, o conhecimento de Java é pré-requisito para o desenvolvimento em JSP, o que de cara afasta muita gente.<br />
<span id="more-137"></span><br />
A linguagem Java é robusta e tem funçõews extremamente mais complexas do que o desenvolvimento web. Dessa forma, aprender Java apenas para criar em JSP pode ser um exagero, já que existem opções mais simples.</p>
<p><strong>A JSP conta com todas as vantagens da linguagem Java e a principal dela é a portabilidade</strong>. As páginas JSP rodam tanto em máquinas Unix como em Windows com pouquíssimas modificações. Uma das características da linguagem é a possibilidade de criar &#8220;biblioteca de comandos&#8221;. Com isso, blocos de comandos podem ser armazenados e inseridos nas páginas quando necessários. As páginas JSP são armazenadas num <strong>servlet Java</strong>, ou seja, compiladas num pequeno programa. Esse servlet é gerado na primeira vez em que a página é requisitada e depois fica permanentemente disponível no servidor. As páginas JSP podem ser criadas em sintaxe compatível com o <strong>XML</strong>, o que facilita a distribuição.</p>
<p>Fonte: Revista InfoExame</p>
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		<title>ASP.NET, a integradora</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 18:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A arquitetura ASP.Net promete expandir os recursos do ASP e atrair desenvolvedores de outras linguagens. Faz parte da estratégia .Net da Microsoft, cujo o objetivo é integrar as ferramentas de produção e distribuição de serviços pela internet. Uma das principais características da plataforma é permitir o desenvolvimento de várias linguagens. Seguindo uma série de procedimentos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura <strong>ASP.Net</strong> promete expandir os recursos do ASP e atrair desenvolvedores de outras linguagens. Faz parte da estratégia .Net da Microsoft, cujo o objetivo é integrar as ferramentas de produção e distribuição de serviços pela internet.<br />
<span id="more-135"></span><br />
Uma das principais características da plataforma é permitir o desenvolvimento de várias linguagens. Seguindo uma série de procedimentos, pode-se escrever, por exemplo, um programa em Perl para ASP.Net. Outros ambientes suportados são o <strong>Visual Basic</strong>, o <strong>Python</strong>, o <strong>C#</strong> e o <strong>Visual C++</strong>. A ausência mais notada é da linguagem <strong>Java</strong>, mas isso não chega a ser surpresa. <strong>Microsoft</strong> e <strong>Sun</strong> travam uma batalha ferrenha e ninguém esperava que a empresa de Bill Gates apoiasse a rival.</p>
<p>Fonte: Revista InfoExame</p>
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